terça-feira, novembro 29, 2005

Todo Amor Que Houver Nessa Vida


Eu quero a sorte de um amor tranqüilo
Com sabor de fruta mordida
Nós na batida no embalo da rede
Mantando a sede na saliva
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia

E ser artista no nosso convívio
Pelo inferno e céu de todo dia
Pra poesia que a gente não vive
Transformar o téio em melodia
Ser teu pão ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum veneno antimonotonia

E se eu achar a tua fonte escondida
Te alcance em cheio o mel e a ferida
E o corpo inteiro feito um furacão
Boca, nuca, mão
E a tua mente não
Ser teu pão ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum remédo que dê alegria

(Cazuza / Frejat)

Isto para dizer que algums morrem cedo e outros demasiado tarde!
Obrigado Lizzy

2 comentários:

J. disse...

"Socorro, não estou sentindo nada
Nem medo, nem calor, nem fogo
Não vai dar mais pra chorar, nem pra rir
Socorro, alguma alma, mesmo que penada
Me entregue suas penas
Já não sinto amor, nem dor, já não sinto nada
Socorro, alguém me dê um coração
Que esse já não bate, nem apanha
Por favor, uma emoção pequena
Qualquer coisa
Qualquer coisa que se sinta
Em tantos sentimentos
Deve ter algum que sirva
Socorro, alguma rua que me dê sentido
Em qualquer cruzamento, acostamento, encruzilhada
Socorro, eu já não sinto nada, nada"

Arnaldo Antunes

Verdade essa, crua, também para Cassia Eller...

Dulcineia disse...

Passei para retribuir a tua visita,aparece sempre.

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